Sob o comando de Edivaldo Jr., São Luís vive um processo de mudança sem paralelo nos últimos tempos.

 

Edivaldo Jr., tendo ao lado a primeira-dama Camila Holanda, faz uma “selfie” na inauguração da Praça do Rio Anil, uma das pequenas obras que estão mudando SL

No momento em que seis candidatos ao Governo do Estado tentam convencer os 4,2 milhões de eleitores de que têm projetos e condições para resolver os problemas do Maranhão, um processo de transformação está em curso em São Luís, sob o comando do prefeito Edivaldo Holanda Jr. (PDT). Na última semana, por exemplo, a Prefeitura de São Luís agregou  novas unidades à frota de ônibus climatizados – já são mais de 400 -, reforçando o sistema municipal de transporte de massa; mais servidores foram nomeados para diversas áreas, ampliada a rede de coleta seletiva de lixo e entregue uma ponte  e uma praça equipada no Rio Anil. Fatos aparentemente sem maior importância, mas que ganham dimensão se observados no contexto de um processo em que a inauguração de pequenas obras se tornou rotina e vem transformando todas as áreas e regiões da Capital às vésperas do seu aniversário de 406 anos. Esse saudável “vendaval” de transformações tem como item simbólico o gigantesco canteiro de obras para a conservação e modernização a mítica Praça Deodoro e a consagrada Rua Grande, dois dos mais importantes ícones da cidade.

Firme no comando desse processo, o prefeito Edivaldo Jr. vem rompendo as amarras do isolamento e demonstrando, com toda clareza, que o caminho para continuar melhorando a qualidade de vida dos mais de 1,2 milhão de habitantes de São Luís é união de forças com o Governo do Estado e, na medida do possível, com o Governo Federal. A aliança política PDT/PCdoB, articulada e mantida forte pelo o prefeito Edivaldo Jr. e o governador Flávio Dino, tem sido o motor que mantém a Capital maranhense em movimento acelerado na busca de soluções para os seus problemas mais graves, como urbanização, malha viária, mobilidade, saneamento, educação, saúde, segurança, e por aí vai. No momento, os comandos da Prefeitura de São Luís e do Governo do Estado estão dando um banho de civilidade política e desmistificando a velha e inútil ideia segundo a qual o ideal era manter o Palácio de la Ravardière e o Palácio dos Leões como fortalezas em permanente estado de guerra, para alimentar a ideia inútil da “Ilha Rebelde”, concebida para embalar da carreira de líderes populistas como Neiva Moreira e Epitácio Cafeteira, por exemplo.

Quando assumiu em janeiro de 2013, o prefeito Edivaldo Jr., eleito pelo PTC, encontrou o caos instalado na máquina municipal, fruto exatamente da situação de confronto aberto entre seu antecessor, João Castelo (PSDB), já fragilizado pela falta de recursos, e a então governadora Roseana Sarney (PMDB), dona de grande poder de fogo. Naquele momento, a rede escolar municipal estava paralisada, a rede de saúde encontrava-se em crise aguda, os servidores estavam em pé de guerra e as finanças municipais estavam em frangalhos. Seguiram-se meses de sufoco em estado bruto, cobranças duras e implacáveis e críticas de acidez destrutivas, além da fortíssima pressão do Palácio dos Leões, cujas portas permaneceram fechadas. Tais focos de pressão foram respondidos com trabalho obstinado, reorganização, racionalização  extrema de gastos. Esse sufoco durou a maior parte do primeiro mandato (2013/2016). A despeito das marés contrárias, o jovem prefeito encarou o desafio, domou o caos e colocou as finanças em dia, ajustou a máquina administrativa e, valorizando centavos, começou a produzir resultados.

A grande virada veio em 2014, com a eleição de Flávio Dino para o Governo do Estado, com quem reforçou a aliança política e construiu uma parceria institucional, quebrando o tabu da obrigação de ser “do contra”. De lá para cá teve a reeleição, e com ela a obrigação de mais trabalho, com a transformação em escola digna da maioria das unidades municipais de ensino, com o compromisso de alcançar toda a rede escolar municipal até 2020, o mesmo acontecendo com a rede de saúde, que já foi quase integralmente reformada e equipada. Esse movimento reformista segue na direção de todas as regiões, bairros e ruas onde estão abrigados os seus 1,2 milhão de habitantes, que hoje se deslocam diariamente num sistema de transporte público mais eficiente por uma malha viária melhor pavimentada e sinalizada. O cenário que melhor define a São Luís de agora são os tapumes que cercam a mítica Praça Deodoro e a babélica Rua Grande, onde todos se encontram: do lado de fora é a vida dura e agitada que segue, aguardando o futuro que todos passarão a viver quando o que está cercado voltar a ser campo livre.

Um olhar genérico, sem compromisso, pode enxergar a São Luís atual como uma cidade que segue a vida sem maiores alterações e transformações. Mas um olhar atento, interessado, curioso e mesmo crítico certamente vai encontrar uma cidade que, sob a gestão de um rebento afoito da nova geração, como o prefeito Edivaldo Holanda Jr., vive um processo de mudança e modernização que desafiará seus sucessores.

 

PONTO & CONTRAPONTO

 

Sabatina da TV Guará I

Ramon Zapata defende a ditadura do proletariado com convicção quase ingênua

Ramon Zapata: a favor da revolução do proletariado

Depois de ter ouvido o governador Flávio Dino (PCdoB), que abriu a série com os candidatos ao Governo do Estado, a Sabatina da TV Guará, feita em parceria com a Universidade FM, abriu microfone para o candidato do PSTU, Ramon Zapata, na noite de terça-feira. Durante uma hora “bombardeado” por um grupo de jornalistas bem informados, sem a agressividade que o nome e o partido sugerem, e deixando claro que não está atrás de votos, Ramon Zapata tentou convencer os eleitores de que, não só os maranhenses, mas a Humanidade inteira só terá futuro se os mais de 200 países forem mergulhados num processo revolucionário no qual, a exemplo do que aconteceu na Rússia em 1917, os trabalhadores derrubarem as estruturas, tomarem o poder e implantarem a ditadura do proletariado imaginada por Lenin e colocada em prática pela revolução que forjou a União Soviética, já desaparecida do mapa geopolítico do planeta. Movido por uma convicção obstinada, que não faz concessões e revela até traços de ingenuidade, o candidato do PSTU repetiu várias vezes que o capitalismo é um monstro, que patrão é vilão e não trabalha, que a propriedade é um roubo, que a democracia ocidental é uma farsa e que os trabalhadores saberão comandar a produção e as instituições através de comitês, como fizeram operários e camponeses liderados pelos  bolcheviques com os seus sovietes. Para ele, fora dessa receita não há salvação para a Humanidade, que sucumbirá sob a ditadura do capital. Ramon Zapata e o PSTU são a prova viva de que ideologia interpretada com tal fervor e igual pureza pode levar a utopia a extremos. Daí sua importância nesse debate.

 

Sabatina TV Guará II

Maura Jorge : “Por que não posso ser governadora? Posso sim”

Maura Jorge: “Não tenho adversários, tenho concorrentes”. Frase dita na TV Guará

A Sabatina da TV Guará ouviu ontem a candidata do PSL ao Governo do Estado, Maura Jorge (PSL), ex-deputada estadual e ex-prefeita de Lago da Pedra. Numa entrevista animada, ela se mostrou uma militante política sem ideologia, mas decidida e com algumas convicções, decepções e expectativas que se ajustam perfeitamente ao perfil do que se pode definir como um político de direta com postura liberal. Na animada e reveladora conversa com os entrevistadores, Maura Jorge mostrou-se entusiasmada com a aliança com o presidenciável Jair Bolsonaro (PSL), esclarecendo, no entanto, que não fecha inteiramente com o seu elenco de propostas, ao mesmo tempo ponderando que em algumas questões o candidato está sendo “mal interpretado”. Garantiu que vai para o segundo turno. E fez uma revelação: ela não foi atrás de Jair Bolsonaro; ao contrário, foi ele quem a procurou depois de avaliar alguns nomes para aliar-se no Maranhão. Sem demonstrar ingenuidade ou convicção, ela disse acreditar que Jair Bolsonaro quer mesmo acabar com “as velhas práticas”. Independente de Bolsonaro, Maura Jorge se mostra convencida de que está política e tecnicamente preparada para ser governadora do Maranhão. “Por queb não posso ser governadora?”, indagou. “Posso sim”, ela mesmo respondeu, como se estivesse dizendo “se ela foi, eu também posso ser”. E numa demonstração de civilidade política, em vez de atacar os outros candidatos, declarou: “Não tenho adversários, tenho concorrentes. Todos são meus amigos”.

São Luís, 29 de Agosto de 2018.

 

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